quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Comentarista é hipotético, apostador ou inútil?


Talvez as três coisas.

Preso no trânsito, ouvi hoje os comentários de José Trajano, sobre a reação do palmeiras na luta contra o rebaixamento, na partida de ontem contra o Bahia.
Em dado momento, após entrevista com Marcos Assunção, o torcedor do simpático américa, ou juventus carioca, comentou que:

 "...é, venceu, mas assisti ao sufoco depois e poderia ter empatado".

Ele tem razão.
Poderia ter empatado e até perdido.
Assim como poderia ter derrotado o Fluminense, que fez um gol no final após grande defesa que inverteria o placar, no dia dos pais.
Também poderia ter vencido o Coritiba, que marcou de penalti aos 47 do segundo tempo.
E poderia ter vencido o Náutico, quando perdeu 3 gols feitos em menos de 10 minutos...
Poderia.
Alguém acha, como eu, que pela sua inutilidade, a profissão comentarista poderia deixar de existir?

domingo, 7 de outubro de 2012

uma soninha ou dois gianazzis




Serra levou e enfrenta haddad (como já sabiam os que pensam), desmentindo o comandante do mal, por uma diferença boa, quase uma soninha ou dois gianazzis.



O ibope teve sua semana de levianodowski ou toffoli, e ao obedecer o chefe teve o mesmo destino dos companheiros do marco aurélio: errou feio, não conseguiu mascarar a manipulação e o povo viu, com a ajuda do datafolha.
uma salva de vaias para o ibope.



sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Estamos chegando perto


Estamos chegando perto.
Quando este sujeito inventou a CPI do Cachoeira para incomodar adversários e atrasar a apuração do mensalão, não pensou que respingaria em dilma, nem previu que o supremo manteria as pautas, e espera que esqueçamos sua visita a gilmar mendes.
No próximo domingo, as urnas de todo o país mostrarão que tipo de governo o brasileiro prefere.
Quando o STF bater o martelo das condenações na próxima semana, será tarde para arrependimentos.
Aqui, felizmente, tem segundo turno.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

defesa e ataque: lula e ronaldo de ré


Ao assumir seu papel de defensor da candidatura de políticos inexpressivos, Lula se equipara a Ronaldo, ex-fenômeno, que deixou de ser ídolo nacional e mundial para figurar como herói de uma torcida menor. Todos perdem, menos quem pensa.
O boné veio a calhar...

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Nem poste, nem guerra. Melhor uma Europa em crise...



Porque não voto no poste:

No rastro do apoio malufista ao PosTe - ou seja lá qual for o nome do candidato (sem prévias) do pt em SP, relembramos que esta prática de agregar e abraçar os iguais, antes atacados nas campanhas (menos FHC, espelho meu, "que me faz sentir pequeno...")
é bastante comum nesta era de incoerência que vivemos, mudando o discurso e admitindo que éramos imbecis apenas p/ sermos eleitos - agora (ou ainda) o imbecil é o povo.
Será que ninguém jamais se deu conta de que quando se conclui que um governo teve 80% de aprovação mas não consegue vencer em primeiro turno ou honestamente, que este número é irreal?
Porque se alguém me perguntasse se o governo foi bom ou o Brasil cresceu, eu próprio diria "sim, está bom. sim, APESAR do lula, não POR CAUSA do molusco".
Se eu votaria nele?
Jamais ou em qualquer candidato dele.
Já fiz isso.
Não fui honrado.
Quando começou este mensalão que agora é julgado, esperava apenas um pronunciamento, e não a covardia.
Apenas que viesse em rede nacional dizer "vamos investigar".
Nada...
Alguém da família e deste partido me disse que o cara "naquele momento precisava ser blindado..."
Errado, irmãozinho.
Naquele momento precisava mostrar as caras, ser líder, não covarde.
Lula é farsa. E é covarde.
Se não sabia de nada, era fraco. Se sabia, era conivente, senão chefe.
Em ambos os casos me devia desculpas.


Porque não voto em Serra:

Naquele momento, poderíamos nos livrar do molusco mentiroso.
A sociedade respondeu, quando lhe impôs a derrota (ele pretendia liquidar ali) no primeiro turno, e "Lula e seus 80% de aprovação" vão para o segundo turno com Alckmim quase empatado.
Mas aí começa o segundo turno, a campanha tucana emperrou e o PT reagiu, mantendo a farsa no poder e fora da cadeia.
Como aconteceu isso?
Serra puxou o tapete.
Se o tucano vencesse - e venceria!, seria natural sua candidatura à reeleição.
E se estivesse lá, Serra não poderia concorrer.
E Alckmim ficou isolado, sozinho, sem forças para manter a reação.
Serra destrói qualquer um que esteja em seu caminho, pergunte à Roseanna Sarney.
Como Lula, tem um projeto de poder, não de governo.
Preciso urgentemente da cidadania italiana...

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Ao contrário: Seremos poupados do constrangimento Cunha.


Após ser condenado pelo STF, João Paulo Cunha, um dos subchefes da quadrilha petista do mensalão, anunciará hoje a desistência da campanha à prefeitura de Osasco.

Por 8 votos a 2, a maioria dos ministros do Supremo votou por condenar João Paulo.

Ainda falta um voto, do ministro Carlos Ayres Britto, mas, a não ser que algum dos ministros mude seu voto, a condenação já está definida.

Apenas os petistas vendidos José Antonio Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, votaram pela absolvição, seguindo orientação do bandido-mor e do caráter leviano.

Numa reunião na noite de ontem, o núcleo de sua campanha concluiu que João Paulo deve ser poupado de constrangimento público.

Ao contrário: nós é que seremos poupados do constrangimento Cunha!

Fica aqui a sugestão para o restante da quadrilha, desaPTareçam e sejam poupados também...

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

A tregédia da padaria


“Ao entrar, eu fui alertada que a informação no combate ao desastre é estratégica, e a informação implica em sistemas de telecomunicação e em sistemas que também usam computadores e internet. Eu não preciso mais – e não quero mais – falar com o Pezão pelo telefone da padaria, que era o único telefone que funcionava lá na Região Serrana, e na madrugada de vários dias o Pezão só conseguia se comunicar com a gente pelo telefone da padaria. Para evitar a padaria, nós vamos ter de ter estruturas de comunicação móveis”, 
disse Dilma Rousseff, que segundo Augusto Nunes, "nada do que a presidente viu na Região Serrana em janeiro de 2011 pareceu-lhe mais impressionante que o caso do telefone da padaria. O fiasco do programa de prevenção de enchentes, as tapeações de palanque que prometeram obras jamais executadas, as centenas de mortos, os milhares de flagelados ─ essas coisas todas, um ano e meio depois da tragédia, foram varridas da memória indigente."